Novidades

19/04/2017

Mitos E Verdades Sobre A Alimentação Dos Veganos

Desmistifique algumas questões sobre a Alimentação Vegana

Mitos E Verdades Sobre A Alimentação Dos Veganos
Mitos E Verdades Sobre A Alimentação Dos Veganos

Dúvidas sobre o impacto na saúde ao eliminar o consumo de alimentos de origem animal ainda são recorrentes na sociedade brasileira

O veganismo é uma filosofia e modo de vida que exclui o consumo de qualquer produto que tenha como origem a exploração e crueldade dos animais, como roupas e sapatos de couro, remédios e cosméticos testados em animais, entre outros. Na alimentação, a dieta vegana exclui o consumo de qualquer alimento de origem animal, incluindo ovos, leite e seus derivados e o mel. Essa filosofia tem ganhado cada vez mais adeptos no país. Para exemplificar, um levantamento realizado pela SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira) por meio do Google Trends, revelou que, entre 2011 e 2015, o volume de buscas pelo termo “vegano” cresceu 700% no país.

No entanto, apesar do expressivo aumento, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o impacto e benefícios na saúde ao eliminar o consumo alimentos de origem animal. Pensando, nisso, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada em produtos saudáveis, listou alguns mitos e verdades sobre a dieta vegana.

Confira!

Veganos podem sofrer com a falta de vitamina B12

VERDADE: Realmente, os alimentos vegetais podem não ser suficientes para suprir a quantidade necessária da vitmina B12, que está presente apenas na proteína animal, leite, queijos e ovos. Portanto, quem opta por essa prática alimentar, deve acompanhar constantemente os níveis de ferro e vitamina B12 no organismo. “Caso percebam alguma mudança, os adeptos da dieta vegana devem buscar orientação médica para que seja ministrada uma correta suplementação. O suplemento só deve ser tomado quando houver comprovação clínica da sua necessidade”, orienta. Porém, Cyntia explica que “esta não é uma deficiência apenas para os adeptos do veganismo. Aqueles que seguem a dieta onívora, que consomem todos os tipos de alimentos, se não equilibram suas refeições, também podem ter um déficit desta vitamina”.

A dieta dos veganos não é ideal para praticantes de atividades físicas

MITO: Para a consultora da Superbom, apesar dos diversos tipos de atividades físicas implicarem em diferentes necessidades nutricionais, de um modo geral, os esportistas devem basear a alimentação numa dieta equilibrada e saudável, assim como os veganos. “Tudo se resume a um bom equilíbrio entre carboidratos, proteínas e gorduras, componentes necessários para compensar o elevado gasto de energia”, afirma a especialista.

A nutricionista ressalta que, atualmente, existem diversas opções de alimentos para suprir as necessidades de veganos que praticam atividades físicas, que vão desde carnes feitas a base de soja até suplementos de proteínas vegetais. “A indústria tem explorado com afinco essa nova tendência e vem apresentando novidades voltadas para esse público. Além disso, existem diversos exemplos de atletas de alta performance que seguem a dieta vegana, o que comprova o fato de que o veganismo e a práticas de esportes combinam sim ”.

A alimentação vegana pode salvar milhões de vidas humanas

VERDADE: Pesquisa publicada em março de 2016 no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que se todas as pessoas adotassem o veganismo, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), que foram os idealizadores do estudo, o número está relacionado com a menor incidência de doenças como diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas com a dieta que incluam alimentos de origem animal.

Adeptos da dieta vegana sofrem carências de cálcio

MITO: De fato, o leite da vaca é uma importante fonte de cálcio, mas não é a única e nem a melhor delas, conforme explica a nutricionista. “No mercado há várias opções de leites vegetais fortificados com teor de cálcio idêntico ao leite de vaca. A couve manteiga, em especial, possui altos níveis de cálcio e é excelente para a manutenção óssea. O leite de vaca tem um fator negativo para a saúde, pois este aumenta a acidez sanguínea necessitando de cálcio na sua forma ativa para fazer o equilíbrio. Como temos cálcio ativo apenas nos ossos e dentes, este é utilizado podendo resultar em osteoporose. Gergelim, couve, rúcula, agrião, mostarda, escarola e brócolis também são excelentes fontes de cálcio”.

A alimentação vegana pode contribuir para o emagrecimento

VERDADE: Os adeptos da dieta vegana não consomem gordura saturada encontrada em produtos de origem animal. De acordo com a especialista, cada grama de gordura equivale a nove calorias, assim, ocorre uma redução significativa no consumo final de calorias diárias. “Por conter variedade de vegetais e alimentos integrais, a alimentação dos veganos costuma ser rica em fibras que fará com que a pessoas comam porções menores e aumentará a sensação de saciedade, contribuindo para o emagrecimento e também para o bom funcionamento do intestino”.

Crianças não devem adotar a alimentação vegana

MITO: Segundo a especialista, não há nenhuma contraindicação em relação ao fato da criança deixar de ingerir alimentos de origem animal. Pelo contrário, sendo bem equilibrada, a ausência de alimentos de origem animal contribuirão para a saúde das crianças e aumento da imunidade. “Minha orientação é que a criança adote esse hábito com a supervisão de um especialista. Devido ao fato de estarem em fase de crescimento, os pequenos possuem uma necessidade maior de nutrientes na comparação com os adultos”, conclui Cyntia, consultora da Superbom.

Fonte: segs.com.br

 

22/02/2017

Salgante e sal light são opções para quem quer substituir o sal refinado

Sal em excesso pode gerar várias consequências para a saúde. Será que existe um 'sal bom' para a saúde?

Salgante e sal light são opções para quem quer substituir o sal refinado

Sal refinado (de cozinha), sal light, salgante... Qual o melhor para a saúde? O Bem Estar desta segunda-feira (21) falou sobre esses três tipos de sal. Convidamos o consultor e cardiologista Roberto Kalil e a nutricionista da Sociedade Brasileira de Hipertensão Márcia Simas.

O brasileiro consome tanto sódio que o problema virou uma questão de saúde pública. O excesso de sódio pode gerar uma série de consequências no nosso organismo, como lesão dos vasos sanguíneos, aumento do risco de infarto, AVC, insuficiência cardíaca e doença renal crônica.

Com o objetivo de reduzir o índice de doenças crônicas, o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias da Alimentação firmaram um compromisso para tentar reduzir a quantidade de sódio nos alimentos industrializados. A redução é gradual, porque a indústria precisa se preparar e as pessoas precisam se acostumar.

Entretanto, existem opções para quem não consegue viver sem o sal. O salgante é para o sal assim como o adoçante é para o açúcar. Ele não tem sódio, a substância responsável por aumentar a pressão. É 100% cloreto de potássio. O gosto não é igual ao sal comum, mas isso depende do paladar de cada um.

Já o sal light é uma espécie de precursor do salgante. Ele tem 50% menos de sódio por porção, se comparado com o sal de cozinha. É feito com metade de cloreto de sódio e metade de cloreto de potássio.

 

Fonte: Bem Estar - G1

05/02/2017

Cirurgia bariátrica pode ajudar a controlar diabetes tipo 2

Realização da cirurgia é o último recurso para casos de obesidade grave. Veja quem pode fazer, seus benefícios e técnicas de cirurgia.

Cirurgia bariátrica pode ajudar a controlar diabetes tipo 2

A cirurgia de estômago pode ser a solução para quem está muito acima do peso, mas não adianta nada mudar o corpo se a cabeça continua a mesma, com o famoso ‘pensamento de gordo’. A bariátrica não pode ser encarada como a cura para a obesidade. Obesidade é doença e ganhar peso novamente pode ser fácil. O Ministério da Saúde lembra que a realização da cirurgia é o último recurso para casos de obesidade grave.

O Bem Estar desta segunda-feira (5) falou da importância da cirurgia bariátrica, seus benefícios e quem pode se submeter à operação. Para explicar um pouco mais sobre o tema, convidamos o endocrinologista João Eduardo Salles e o cirurgião do aparelho digestivo Almino Ramos.

Antes de se submeter à cirurgia, o paciente precisa passar por uma avaliação multidisciplinar que pode incluir uma série de especialistas, como endocrinologista, nutricionista, psiquiatra, psicólogo, avaliador físico. Um dos maiores problemas de quem fez a bariátrica é desistir do acompanhamento com a equipe depois de perder os primeiros quilos

A pessoa percebe que controla o diabetes, dorme e respira melhor, faz atividade física, e não quer mais ir ao médico. Nesse momento que ocorre o perigo de começar a ganhar peso novamente.

E quem pode fazer a cirurgia bariátrica? A cirurgia é liberada apenas para pacientes com IMC igual ou maior que 40 e pode ser realizada em casos de IMC entre 35 e 40, desde que o paciente tenha diabetes, por exemplo. O IMC é calculado a partir da divisão do peso pela altura ao quadrado.

Benefícios

A cirurgia de redução de estômago não cura o diabetes tipo 2, mas ajuda no controle. Quando uma pessoa faz cirurgia bariátrica, há no estômago uma redução da grelina, hormônio que estimula a fome e a saciedade. Com isso, a fome também diminui.

O estômago, reduzido pela cirurgia, não consegue digerir o alimento, que acaba chegando praticamente intacto e mais rápido ao intestino. A chegada mais rápida promove uma liberação de diversos hormônios, entre eles o GLP1. Esse hormônio age sobre o pâncreas, que, por sua vez, passa a produzir mais insulina.

Com mais insulina, o corpo consegue colocar mais açúcar para dentro das células. Com isso, o açúcar no sangue diminui. Além disso, quando a pessoa emagrece, diminuem também as substâncias inflamatórias que bloqueiam a ação da insulina na célula. Assim, quando a pessoa emagrece, a insulina age melhor.

 

Fonte: Bem Estar - G1

Orçamento

Faça o pedido de pré-orçamento de um de nossos serviços preenchendo o formulário ao lado:

Clientes

Petrobrás
Eletrobrás
Governo do Rio de Janeiro